A Hipótese do Amor: um namoro falso, dois desastres sociais e uma ótima adaptação
Eu assisti A Hipótese do Amor . E olha, e u estava preparada para gostar, m as acho que não estava preparada para gostar tanto . A adaptação do livro da Ali Hazelwood chegou ontem ao Prime Video e, para a minha felicidade, é exatamente o tipo de filme que eu queria que fosse: muito fiel ao livro, engraçadinho, fofo, com romance, constrangimento social e duas pessoas completamente incapazes de agir normalmente uma perto da outra. Ou seja: uma comédia romântica. A fórmula está toda ali. Tem namoro falso, t em a possibilidade constante de tudo dar errado, t em amizades incríveis, t em ciência, t em aquela tensão de “eles obviamente gostam um do outro, mas aparentemente serão os últimos seres humanos da Terra a perceber isso” e tem uma coisa que, sinceramente, representa muito bem a essência de A Hipótese do Amor: uma geladeira Electrolux de duas portas enorme indo atrás do cara que disse para ela que ela teria que transar com ele se quisesse usar o labo...