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A mostrar mensagens de setembro, 2026

A trope “ele nunca esqueceu dela” é imbatível

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  Eu tenho algumas opiniões literárias que são completamente negociáveis – e e ssa não é uma delas. A trope “ele nunca esqueceu dela” é imbatível. Pode me dar enemies to lovers, friends to lovers, fake dating, casamento por conveniência, bilionário emocionalmente indisponível, vizinhos que se odeiam ou duas pessoas presas em um elevador por motivos completamente convenientes para a trama, e u vou ler. Mas me diga que ele passou anos sem conseguir esquecer dela?  Pronto, p ode me entregar o livro. Existe uma diferença enorme entre um personagem que reencontra alguém do passado e pensa  “nossa, ela continua bonita”  e aquele homem que passou anos carregando aquela mulher consigo. Porque eu quero o segundo. Eu quero o homem que tentou seguir em frente, q ue teve outros relacionamentos, q ue construiu uma vida. q ue fez tudo o que uma pessoa razoavelmente funcional faria depois de perder alguém. E, ainda assim, nunca conseguiu realmente esquecê-la. Isso aqui é o meu tip...

5 motivos para amar romances de segunda chance

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  Existe alguma coisa particularmente deliciosa em romances de segunda chance. Talvez seja a história que ficou mal resolvida, os anos separados, aquela sensação de que, não importa quanto tempo tenha passado, algumas pessoas simplesmente continuam ocupando um espaço que ninguém mais conseguiu preencher. Ou talvez eu só goste de sofrer vendo duas pessoas que claramente ainda se amam demorarem umas 300 páginas para admitir isso. De qualquer forma: romances de segunda chance têm um lugar especial no meu coração. E eu tenho alguns motivos: 1. A tensão nunca desaparece, mesmo depois de anos Esse é, provavelmente, um dos meus motivos favoritos p orque o mais interessante em um romance de segunda chance é que a história não começa realmente no reencontro. Ela começou anos antes. Eles já se conhecem, já se beijaram, já brigaram, já tiveram uma história. Talvez tenham se amado, talvez tenham terminado mal, talvez tenham passado anos tentando convencer a si mesmos de que aquilo ficou para t...